HIPNOSE FORA DO PALCO E SUA RELAÇÃO COM A DOR
A hipnose pode ser entendida por muitos como algo relacionado a shows de mágica e manipulações baratas e isso está certo? Não, está errado, a hipnose vai muito além disso. Ela pode ser utilizada até mesmo como um procedimento médico ou até para relembrar momentos já esquecidos.
No texto são discutidos os cinco estágios no processo da hipnose, que são o hipnoidal, quando altera-se a respiração apenas, que fica mais lenta, o segundo, o leve, e o terceiro, o médio, deixam a pessoa relaxada e ela começa a perder algumas sensações, o quarto é o profundo, quando a pessoa fica susceptível a perguntas e o quinto e último é o sonambúlico, quando a pessoa começa a ter algumas alucinações. Vale ressaltar que nem sempre é possível alcançar o último estágio, por isso é realizado um teste antes do procedimento para saber até onde será possível realizar o processo de hipnose.
Outro ponto interessante é a importância da hipnose para tratamentos médicos, uma vez que pode até substituir a anestesia, diminuindo os custos, além da sua importância em fazer as pessoas recordarem momentos que são praticamente esquecidos por nós.
No segundo texto é apresentada a relação da hipnose com a dor, através do caso de Suzana, que participou de uma pesquisa, na qual ela apresentou seus problemas e suas dores, que ao decorrer do tratamento mostraram-se tanto físicas, quanto psicológicas e, ao serem utilizadas as intervenções hipnóticas, foi observada uma melhora significativa para Suzana.
Portanto, deveríamos sim dar mais importância à hipnose, porque ela pode ser a cura mais viável e que deixa menos sequelas possível e deve-se retirar essa imagem de ser apenas algo usado para divertir as pessoas, quando na verdade é algo que as ajuda de outras maneiras.
Referência: FRAGA, I. (2010) hipnose fora do palco, Ciência Hoje, 276, 20-27; NEUBERN, M. S. (2009) Hipnose e dor: proposta de metodologia clínica e qualitativa de estudo. PsicoUSF, 14, 201-209.

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